A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que revogou a prisão preventiva e determinou o retorno de Eduardo Siqueira Campos (Podemos) ao cargo de prefeito de Palmas, nesta quinta-feira (17), repercutiu amplamente no meio político tocantinense. Diversas lideranças manifestaram apoio ao gestor e defenderam o respeito à soberania do voto popular.
Entre os primeiros posicionamentos públicos, o Coletivo SOMOS celebrou a medida com um tom de justiça e reafirmação democrática. Em nota, o grupo destacou que o retorno de Eduardo representa a valorização da vontade popular expressa nas urnas, além de garantir a estabilidade política na capital. “Mais do que uma decisão jurídica, trata-se de uma reafirmação do princípio democrático: a soberania popular deve prevalecer sobre qualquer tentativa de instabilidade institucional”, diz o texto.
O senador Eduardo Gomes (PL-TO), vice-presidente do Senado e presidente estadual do partido, também se posicionou favoravelmente ao retorno do prefeito. Para ele, a decisão do STF representa um passo importante para garantir segurança jurídica e institucional. “A democracia é feita de escolhas nas urnas e respeito à legalidade. Palmas fez sua escolha em 2024 e essa decisão deve ser preservada”, afirmou.
O parlamentar ainda ressaltou que continuará trabalhando em Brasília para viabilizar recursos e projetos estruturantes para a cidade. “O momento exige equilíbrio, responsabilidade e foco nos interesses da população palmense”, concluiu.
Outro apoio relevante veio da ex-senadora Kátia Abreu (PSD), mãe do atual senador Irajá. Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Kátia parabenizou o ministro Cristiano Zanin, relator do habeas corpus concedido a Eduardo. “Parabéns ao ministro Zanin por esta linda e justa decisão!”, escreveu.
A ex-parlamentar já havia se posicionado anteriormente durante o período de prisão e afastamento do prefeito. “Você pode até enganar pouca gente por muito tempo. […] O prefeito de Palmas chama-se Eduardo Siqueira Campos”, declarou, em tom crítico às acusações que motivaram o afastamento.
Com a decisão do STF, Eduardo Siqueira retoma a chefia do Executivo palmense e a responsabilidade de dar continuidade ao seu mandato, agora sob a expectativa de estabilidade administrativa e diálogo com os diversos setores da sociedade.
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