Notícias do Tocantins – O mercado de trabalho no Tocantins apresentou crescimento em 2025, com a criação de 7,4 mil novos empregos com carteira assinada ao longo do ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Apesar do saldo positivo, os números revelam uma intensa movimentação no mercado formal. Durante os 12 meses de 2025, o estado registrou 141 mil admissões e 133 mil desligamentos, evidenciando um cenário de forte rotatividade nas empresas.
Esse quadro tem se tornado um desafio para o setor produtivo. A dificuldade em reter profissionais gera custos adicionais para as organizações, que precisam investir constantemente em processos de recrutamento, seleção e treinamento, além de lidar com impactos na produtividade e na continuidade das equipes.
Diante desse contexto, muitas empresas têm buscado estratégias para fortalecer o vínculo com os trabalhadores e tornar o ambiente profissional mais atrativo.
Entre as alternativas adotadas estão os benefícios corporativos, que deixaram de ser apenas um complemento salarial para se tornar ferramentas importantes de valorização dos colaboradores. Recursos como vale-alimentação, auxílio mobilidade e programas de incentivo têm sido utilizados para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e estimular maior permanência nas empresas.
Outro movimento observado é o crescimento da procura por soluções que facilitem a gestão desses benefícios. Entre elas estão os cartões corporativos, que oferecem maior flexibilidade no uso de recursos destinados a despesas relacionadas à alimentação, mobilidade e outras iniciativas voltadas ao bem-estar dos funcionários.
Segundo Valteir Rezende, gerente regional da Vólus, empresa especializada em cartões de benefícios corporativos, a demanda por esse tipo de solução tem aumentado no mercado.
“Hoje, as empresas entendem que oferecer benefícios que realmente façam sentido para a rotina do funcionário impacta diretamente o engajamento e a permanência do profissional na equipe. A escassez de mão de obra tem levado organizações que querem continuar crescendo a investir mais na valorização dos seus colaboradores”, afirmou.
Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, fatores como qualidade de vida, reconhecimento profissional e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho passaram a influenciar a decisão dos trabalhadores sobre permanecer ou não em determinada empresa.
A tendência aponta para uma transformação mais ampla nas relações de trabalho, em que remuneração, bem-estar e valorização profissional caminham juntos na construção de ambientes de trabalho mais atrativos para novos candidatos e para a permanência dos profissionais já contratados.
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