Palmas/TO – Os trabalhadores da rede municipal de ensino de Palmas decidiram manter o estado de greve após uma assembleia geral realizada na sexta-feira, 21. A reunião foi promovida para discutir as principais reivindicações da categoria e avaliar o andamento das negociações com a gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos).
Durante a assembleia, os profissionais avaliaram que ainda não houve avanços suficientes nas tratativas com a administração municipal. Diante do cenário, a categoria decidiu manter as mobilizações e o estado de greve.
Principais reivindicações dos trabalhadores da educação
Entre as principais demandas apresentadas pelos trabalhadores estão o pagamento das datas-base de 2024, 2025 e 2026 e a garantia do cumprimento do Piso Nacional do Magistério.
A categoria também reivindica a convocação urgente de novos aprovados em concurso público e a implementação de um processo democrático para a escolha dos gestores das unidades escolares.
Outras pautas incluem medidas contra a terceirização, pagamento das bonificações relacionadas aos sistemas de avaliação Saep e Saeb, concessão de licença para qualificação profissional e regulamentação do chamado descanso de voz para os profissionais da educação.
Estado de greve continua em Palmas
Com a manutenção do impasse nas negociações com a Prefeitura de Palmas, a regional de Palmas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) informou que as ações de mobilização continuarão.
Uma nova assembleia geral foi marcada para 18 de setembro. Na ocasião, os trabalhadores deverão avaliar uma eventual resposta da administração municipal às reivindicações e decidir quais serão os próximos passos do movimento.
Até a nova assembleia, a categoria permanece em estado de greve e acompanha o andamento das negociações com a Prefeitura de Palmas.
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